quarta-feira, 22 de maio de 2013

sábado, 4 de maio de 2013

DICAS PARA A CONSTRUÇÃO DE TEMPLOS - 02 - COMISSÕES



A complexidade, o tamanho e quantidade de comissões deve ser proporcional à complexidade do programa de construção. Em projetos simples, as funções da comissão de construção são menores e um pequeno grupo de irmãos disponíveis e interessados podem dar conta da tarefa. Enganam-se  aqueles que acreditam que a comissão de construção necessariamente precisa ser formada por pessoas ligadas à área de construção ou que sejam especialistas em obras. Na verdade o desejável é que os membros da comissão  conheçam muito bem as necessidades ministeriais, que sejam organizados e contratem técnicos especializados para atender estas necessidades.
Tradicionalmente, as comissões mais comuns implantar um plano de construção eficiente na Igreja são:
  • Comissão de Planejamento Estratégico
  • Comissão de Construção 
  • Comissão de Finanças.


Comissão de Planejamento Estratégico

Esta comissão geralmente  é organizado antes da adoção de um programa de construção e tem como função delinear a direção e o caminho para onde a igreja caminhará. Seu trabalho é inestimável para evitar as armadilhas derivadas de um  início inadequado do planejamento. Algumas tarefas típicas do comitê são:
  • Seleção do Arquiteto para o desenvolvimento de Plano Diretor ( MASTER PLAN )
  • Levantamento de dados junto à Congregação
  • Avaliação das necessidades de cada departamento da Igreja
  • Projeção de crescimento
  • Estabelecer metas de longo prazo e implementação por etapas
  • Relocação x Estudo de Ampliação
  • Avaliação de terrenos alternativos
  • Estudo de viabilidade/Custo
Comissão de Construção


A comissão de construção deve ser formada após o programa de construção for autorizado. Suas funções principais são:


  • Seleção de arquiteto para a elaborar os projetos para a construção. A seleção deve basear-se nas qualificações, experiência e reputação do(s) profissional(ais). Mesmo que os honorários do arquiteto não devam ser ignorados, os mesmos não podem ser fator definitivo para a contratação dos serviços.  
  • Desenvolvimento detalhado programa de construção.
  • Providenciar o levantamento topográfico local.
  • Estabelecer um orçamento alvo de orçamento de construção e comunicar
  • limitações ao arquiteto.
  • Trabalho com o arquiteto para desenvolver um desenho esquemático ou preliminar.
  • Estabelecer um cronograma de construção.
  • Envolver os serviços de consultores se necessário para áudio/visual, iluminação de palco, etc...
  • Envolver os serviços de um engenheiro geotécnico para fornecer relatório de sondagem do solo a ser fornecido para arquiteto para orientar projeto da fundação.
  • Ajudar o arquiteto na adequação do programa ao orçamento da Igreja.
  • Desenvolver um guia informativo sobre o programa de construção para a apresentação à  Igreja para fins de aprovação e de angariar  fundos.
  • Reunir-se com o arquiteto, conforme exigido durante as fases de concepção e construção e tomar decisões em tempo hábil.
  • Escolha Empreiteiro e negociar contrato de construção
  • Verificar e processar o pedido de pagamento do contratante em tempo hábil.
  • Designar um interlocutor como ligação com o  Arquiteto e o Construtor durante fase de construção.
Comissão de Finanças

È normalmente organizado ao mesmo tempo em que a comissão de construção
e trabalha com a comissão de construção com as seguintes atribuições::

  • Determine a real capacidade financeira da Igreja para a construção proposta.
  • Estabelecer e gerir um fundo de construção.
  • Investigar angariação de fundos e programas de manejo de capitais, recomendando a melhor opção.
  • Investigar meios de financiamento do serviço da dívida e recomendar melhor opção.
  • Garantir a segurança financeira para a execução do projeto antes do Start-Up da construção.

Dependendo do tamanho e complexidade da obra podemos ter outras subcomissões que incluem:
  • Educação
  • Administrativo
  • Iluminação/Audio-Visual
  • Música
  • Berçário
  • Infância
  • Cozinha
  • Juventude

Desnecessário será dizer que todas as comissões devem cooperar, em espírito e
objetivo de tornar o programa de construção de um sucesso.






quinta-feira, 2 de maio de 2013

DICAS PARA CONSTRUÇÃO DE TEMPLOS : 01 - UNIDADE


O coração de um Master Plan de Construção de um templo é a unidade e o apoio entusiasmado de toda a membresia. Um programa de construção que no passado tenha sofrido uma derrota, tal fato provavelmente terá origem  na falta  de comunicação, preparação inadequada, partidarismos ou outros problemas semelhantes. Onde houver uma verdadeira necessidade de um Master Plan de Construção, um esforço conjunto da igreja, vai encontrar as formas e os meios para atender este desafio.
Os líderes devem comunicar regulamente a igreja sobre todos os aspectos do Master Plan de Construção. Os lideres e membros da comissão de construção devem ser honestos e atentos as necessidades da congregação. Desta forma a Comissão de Construção sempre terá uma resposta positiva no apoio financeiro ao programa.
Da mesma forma,, uma membresia solidária e envolvida é um incentivo para os lideres durante uma fase tão crítica para o crescimento da igreja. Os membros devem reconhecer os esforços de seus lideres apoiando e não deixando de dar sua contribuição para o processo.
Isto deve ser feito de forma sistemática e ordeira para evitar que o programa de construção do templo se torne um campo de batalha e sim mais um motivo para a unidade da Igreja.



quinta-feira, 4 de abril de 2013

POR QUE FAZER UM PROJETO ARQUITETÔNICO?

Bom dia meu amados.
Esta talvez seja a questão mais latente na cabeça dos pastores e ministros de patrimônio e obras das igrejas.
Tentarei responder de forma rápida e simples:
1- Por que o Projeto Arquitetônico ajuda na tomada de decisões quanto ao uso e ocupação do terreno, instalações necessárias, tecnologias construtivas mais apropriadas, dimensões, investimentos, design, etc...
2- Por que o Projeto Arquitetônico é um documento obrigatório para aprovação e licenciamento da obra junto aos órgãos competentes ( Prefeituras, Corpo de Bombeiros, etc...)
3- Por que ele configura um plano diretor para as futuras alterações, ampliações e adequações dos edifícios.
4- Por que é muito barato. Estima-se que os projetos de um edifício religioso não passam de 5 % do valor total da obra.
5- Por que o Projeto Arquitetônico é um fator de economia. Um bom projeto pode baixar os custos construtivos enormemente. Desta forma o projeto se paga.



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